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30 Novembro 2006 - por Magno Urbano

por Magno Urbano - (fonte: New York Times) 

O colunista David Pogue, do New York Times, confirmou o que já temos falado, repetidamente, nos nossos livros e artigos, ao longo desses anos: a resolução de um equipamento não é o factor mais importante!

Na semana passada, David Pogue, se aventurou nas ruas de Nova Iorque para descobrir, de uma vez por todas, se realmente a quantidade de megapixéis de uma imagem, é assim tão importante para a qualidade final de impressão desta. David mostrou às pessoas, diversas fotos impressas de 60 x 40 cm, todas impressas em um laboratório profissional. A primeira imagem tinha sido feita com uma câmara de 13 megapixéis e reduzida para caber no tamanho. As outras duas tinham sido feitas com câmaras de 8 e 5 megapixéis, respectivamente. A ideia era a de pedir às pessoas que identificassem a foto de melhor qualidade.

Os resultados, como esperávamos foi o seguinte: 95% das pessoas acharam impossível identificar a imagem de maior resolução. Algumas pessoas resolveram arriscar e acabaram por escolher a imagem errada. Apenas uma pessoa acertou: um professor de fotografia que, segundo David Pogue, acertou por acaso.

Seja como for, a verdade é que, à partir de um certo ponto é impossível ao olho humano discernir diferenças de qualidade. O mesmo é válido para o número de cores de um ecrã.

Conforme dissemos num livro nosso, o que mais interessa numa imagem é a dinâmica de cor e luminosidade. Uma câmara de 5 megapixéis pode ter uma imagem melhor do que uma câmara de 300 megapixéis, desde que possua uma maior dinâmica de cor e de luminosidade. É por isso que a Adobe incorporou ao Photoshop as novas imagens do tipo HDR (High Dynamic Range).

Isso leva a um grande problema: é fácil e barato fazer sensores de imagem e circuitos capazes de trabalhar e de criar imagens com muitos pixéis e, por outro lado, é caro fazer sensores e circuitos capazes de trabalhar e de criar imagens com grande dinâmica de cor e luminosidade. Experimente ver o quanto custa um scanner profissional com alta “dynamic range” e vai encontrar valores da ordem de 50 mil euros ou mais!

Pense nisso quando comprar uma câmara fotográfica ou scanner e analise a qualidade da imagem, não o número de pixéis. 

 

 

tags: Dicas

 

 

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