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19 Dezembro 2006 - por Magno Urbano

por Magno Urbano

Para quem trabalha com multimédia, um grande problema se apresenta: como e onde arquivar e salvaguardar os ficheiros de forma a preservá-los para o futuro?

A primeira resposta óbvia para arquivar grandes quantidades de dados é utilizar médias como CD ou DVD. Entretanto, uma das coisas mais difíceis, actualmente, é encontrar um CD ou DVD de boa qualidade, que seja confiável, o suficiente, para armazenar dados por longos períodos de tempo. Aliás, essa é uma outra questão: quanto tempo será que um CD ou DVD gravável consegue reter as informações nele armazenadas?

A HISTÓRIA DO CD

O CD foi inventado em 1979, num projecto conjunto da Philips e da Sony orientado para criar um substituto às fitas de áudio.

Devido ao excessivo custo das primeiras unidades gravadoras de CD, houve uma grande resistência do mercado em adoptar o formato recém-criado, que ficou um tanto abandonado até 1985, quando foram projectados os primeiros drives para o armazenamento de dados informáticos.

O desenvolvimento de programas e sistemas cada vez mais sofisticados aumentou a demanda por meios que pudessem armazenar grandes quantidades de dados. As novas necessidades do mercado fizeram a Sony e a Philips voltarem ao projecto, que culminou com a criação do disco CD-R: um disco de CD que permitia ser gravado uma vez e que retinha os dados armazenados por longos períodos.
A primeira geração de discos CD-R eram feitos por uma empresa chamada Taiyo Yuden, empresa esta que sempre fabricou discos de altíssima qualidade, coisa não muito comum entre os fabricantes de CD, nomeadamente, os que fabricam médias de baixo preço.

COMO FUNCIONA UM CD OU DVD?

Toda informação gravada num CD ou DVD é representada na forma binária, ou seja, por meio de zeros e uns. Na camada de gravação dos dados, no interior do CD ou DVD, esses zeros e uns são representados por áreas não reflexivas e áres reflexivas, chamadas de “pits e lands” que, na prática, são áreas que absorvem ou reflectem a luz.

Para ler um disco de CD ou DVD, a unidade de leitura e gravação emite um raio LASER na direcção da superfície do disco. Ao lado da unidade de raio LASER está colocado um sensor capaz de ler qualquer raio que seja reflectido de volta. Se o raio emitido for reflectido de volta, será lido pelo sensor e interpretado como um “land” (um). Se o raio não for reflectido de volta, será interpretado como um “pit” (zero).

O DVD

Enquanto o CD proliferava no mercado profissional e doméstico durante a década de 90, começava a aumentar a demanda por discos capazes de armazenar mais informações, já que o CD era capaz de armazenar apenas 700 megabytes de dados. Além disso, a indústria de Hollywood precisava ver-se livre das cassetes VHS e dos VideoLASER e dispor de um meio mais prático e onde mais dados pudessem ser gravados com melhor qualidade.
Surge então o DVD, basicamente igual ao CD, mas capaz de armazenar 7 vezes mais dados (4,3 gigabytes).

A próxima etapa era a de criar um DVD que pudesse ser gravado pelo mercado doméstico e profissional e ser usado para gravar dados informáticos.

A primeira tentativa de produzir tal disco culmina com a criação do DVD-R (”DVD menos R”), que era, de facto, um CD de alta capacidade. Esse formato possuia um péssimo sistema de correcção de erros e de correção da precisão do LASER, o que o tornava inadequado à utilização quando a fiabilidade era exigida.

A segunda tentativa de produzir um sistema de alta fiabilidade produz, em 2002, o formato DVD+R (”DVD mais R”), infinitamente superior ao DVD-R, tanto no que diz respeito ao sistema de correcção de erros durante a gravação, como na precisão do LASER e na qualidade do disco.

O DISCO PERDE OS DADOS COM O TEMPO

Diferentemente dos CD ou DVD criados por meios impressos, como aqueles que adquire nas lojas especializadas, os discos produzidos em gravadores de CD ou DVD tendem a perder os dados com o passar do tempo, devido a cinco principais pontos que determinam a qualidade de um disco: revestimento externo, camada reflectiva, qualidade da camada orgânica responsável pela gravação dos dados, onde o disco foi feito e de que forma está a armazená-lo.

A camada reflectiva de um CD ou DVD é feita de prata e óxido de alumínio, materiais que oxidam em contacto com o ar. Para evitar esta oxidação, é requerido um revestimento externo ao disco que, se for de má qualidade, poderá comprometer a qualidade e duração dos dados gravados. Na prática, evite comprar discos produzidos em outros países que não sejam o Japão e Taiwan pois, geralmente, os discos produzidos fora destes locais não possuem nem bons revestimentos nem boas camadas reflectivas, nomeadamente, os feitos na Índia.

A próxima etapa é garantir que encontra discos onde as camadas orgânicas de gravação sejam de boa qualidade. A primeira fábrica a criar tais camadas com alta qualidade, conforme dissemos, foi a Taiyo Yuden. Entretanto, as camadas produzidas por esta fábrica, no início, indicadas pelo termo “cyanine”, conseguiam manter os dados gravados durante, aproximadamente, dez anos, o que era inaceitável para arquivar dados por grandes períodos de tempo.
Algum tempo depois foram lançados outros tipos de compostos químicos chamados de “super cyanine”, “metal-stabilized cyanine” e “metal azo”, capazes de manter os dados gravados por 70 anos, 80 anos e 100 anos, respectivamente.

Recentemente, um novo tipo de composto químico chamado de “phthalocyanine” foi lançado pelas fábricas Mitsui e Ciba, também estáveis por 100 anos, porém muito mais resistentes a radiações na faixa do ultravioleta.

A cor da superfície de gravação de um CD ou DVD não é um indicativo do tipo de produto químico utilizado na sua produção. Ao comprar um CD ou DVD, deve procurar pela indicação da fábrica ou do composto utilizado. Comprar um DVD produzido pela Taiyo Yuden é uma garantia de estar a comprar o melhor disco possível. Entretanto, a Taiyo Yuden vende somente para outras fábricas e não vende directamente ao público. Então, mostramos uma lista de seguida, onde poderá encontrar que marcas distribuem, na europa, os discos produzidos por aquela fábrica:

Fuji
DVD+R 8x

Maxell
DVD+R 4x (atenção porque os discos 8x podem ser Ritek)

Panasonic
DVD-R 4x = caixa com 10 discos slim
DVD-R 8x
DVD-R 16x = caixa com 10 discos slim

Plextor
todos

Sony
DVD+R 8x
DVD-R 8x
DVD-R 16x
SONY D11

TDK
DVD+R 8x (alguns podem ser de outros fabricantes)
DVD-R 8x slim (alguns podem ser de outros fabricantes)
DVD+R 16x
CD-R 48x (caixa de metal)

Verbatim
DVD+R 4x (embalagem em tom pastel)
DVD-R 4x (embalagem em tom pastel)
DVD+R 8x (spindle com 25 discos ou embalagem em tom pastel)
DVD-R 8x (spindle com 25 discos ou embalagem em tom pastel)
DVD+R 16x (spindle com 50 discos ou embalagem transparente)
DVD-R 16x (spindle com 50 discos ou embalagem transparente)
CD-R 40x/48x/52x (spindle com 50 discos ou caixa com 10 ou 20 discos slim)

Nota: A Kodak, actualmente, tem conseguido produzir bons DVD (de ouro) que são quase tão duráveis que os produzidos pela Taiyo Yuden. Entretanto, estes últimos ainda são melhores.

 

 

 

 

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