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12 Outubro 2006 - por Magno Urbano

por Magno Urbano

Pelas últimas estatísticas do ArsTecnica, o browser Internet Explorer continua a perder utilizadores para os outros browsers, nomeadamente para o Firefox e Safari.

Devido aos milhares de problemas como, por exemplo, vulnerabilidade a vírus, adwares, spywares, malwares, etc., para além das falhas de código que permitem a invasão e o controlo do sistema do utilizador por terceiros via internet e com poucas melhorias desde o lançamento em 2001 - enquanto todos os outros browsers evoluiram -, o Internet Explorer está condenado.

Todas essas falhas e estagnação levaram os utilizadores, fartos de terem os seus sistemas invadidos e destruídos, a procurar outros browsers. Na altura, a opção mais acertada era o Firefox, um browser gratuito, infinitamente mais poderoso, robusto, seguro, avançado e rápido que o IE, e que já existia, há muito tempo, em vários tipos de sistemas como, por exemplo, Windows, Mac e Linux.

Essa mudança dos utilizadores do IE para o Firefox, aliado ao rápido desenvolvimento dos computadores da Apple, que para além de permitirem correr o Firefox, ainda trazem consigo outro browser tão poderoso quanto este, o Safari, fizeram o Internet Explorer entrar em queda-livre.

Há três anos atrás a situação era a seguinte:

  • 5º lugar - Safari com 0,2%.
  • 2º lugar - Firefox com 1,2% de utilizadores;
  • 1º lugar - Internet Explorer com 98,4% das preferências;

Hoje, a situação é a seguinte:

  • 3º lugar - Safari com 3,54% (um crescimento de 1770%);
  • 2º lugar - Firefox com 12% (um crescimento 1000%);
  • 1º lugar - Internet Explorer com 82% (um decréscimo de 16,6%).

Esses números parecem demonstrar uma tendência nos produtos da Microsoft que, segundo analistas, está a despenhar-se rumo ao solo, o que é, compreensível, pois, tanto as autoridades americanas, como as europeias, tiraram da Microsoft, muitas das ferramentas monopolistas, que, durante anos esta empresa utilizou, para crescer. Sem as ferramentas, a Microsoft não consegue impor os seus produtos, pois não tem qualidade para concorrer no mercado livre.

 

 

 

 

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